Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013

Incêndio na Biscaia - A Política da Propaganda e do Foguetório em Cascais

 

 

Contrastando com o foguetório, os burros lanudos e as festas permanentes o Parque Natural Sintra-Cascais continua a ser alvo de um profundo abandono e desinteresse por parte do executivo municipal. Ontem, uma vez mais, ardeu na zona da Biscaia e deixou coberto de negro uma das paisagens com mais potencial de todo o Concelho de Cascais.

 

A tragédia que assola o País, e que ceifou vidas cujo imenso valor se perdeu para sempre, chegou, como infelizmente se esperava, ao território municipal, fazendo jus à falta de intervenção estratégica que se verifica naquele espaço e ao abandono a que o mesmo foi votado nestes últimos tempos.

 

Assumindo a opção de intervir unicamente nos espaços com visibillidade pública, ou seja, em acções que possam render dividendos nas próximas eleições (e mesmo assim deixando ao abandono intervenções interessantes como são os passadiços nas Dunas da Crismina que estão em avançado estado de degradação e em evidente abandono), a Câmara Municipal de Casais preteriu uma intervenção consistente que salvaguarde os valores ambientais, patrimoniais, culturais e paisagísticos que existem no Parque Natural e, sobretudo, a possibilidade de os mesmos serem integrados num plano estratégico de longo alcance que, da consolidação do PDM (Plano Director Municipal) com o POPNSC (Plano de Ordenamento do Parque Natural Sintr-Cascais), resultasse em evidentes benefícios para Cascais, para os Cascalenses (os que lá habitam e os outros) e mesmo para o nosso País.

 

Na proposta de revisão do PDM que o actual executivo municipal apresentou é, aliás, totalmente inexistente qualquer espécie de ideia, projecto ou motivação relativamente ao Parque Natural, mostrando que somente o que dá votos interesse a quem está no poder.

 

Há mais de 10 anos, através da Fundação Cascais, apresentámos um vasto projecto de estudo, salvaguarda e aproveitamento do Parque Natural Sintra-Cascais, que ainda hoje se pode ler AQUI (http://www.geocities.ws/fc_ambiente/) e onde se definia, com rigor e muita profundidade, os passos que deveriam ser seguidos para evitar tragédias como as que ontem aconteceram.

 

Nunca ligaram a nada. É intolerável.

 

Agora, que a tragédia ficou à vista, chegou à altura de dizer BASTA! BASTA de incúria! BASTA e desinteresse! BASTA de foguetório que serve unicamente para enganar os Cascalenses e que põe em causa o futuro de Cascais!

 

O Parque Natural Sintra-Cascais ocupa uma vasta área do território municipal e (apesar de todas as desgraças que o têm afligido) é ainda uma zona repleta de potencial cujo valor Cascais não pode dar-se ao luxo de deixar arder impunemente.

 

Chegou a hora de pôr fim a esta situação. Porque vale a pena SerCascais!

 

 

 

Incêndio de ontem na Biscaia
Biscaia - Incêndio de Agosto de 2013
A Biscaia a Arder
publicado por MovimentoSerCascais às 10:58
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SerCasais... na Freguesia de Alcabideche!

 

 

Praticamente abandonada pelo actual poder autárquico, a Freguesia de Alcabideche apresenta sinais evidentes de incúria, desleixo e desinteresse. Mas é, em contraste, uma das freguesias de Cascais com mais História, com mais encanto e, sobretudo, com mais potencialidades deste nosso Concelho. Marcada pelo Parque Natural de Sintra-Cascais, pelas antigas aldeias de génese saloia e por gentes que possuem arreigado amor à sua terra, a Freguesia de Alcabideche vai mudar a partir do próximo dia 29 de Setembro pelas mãos de Isabel Magalhães e Rui Branquinho. Ontem estivemos lá e explicámos o que vamos fazer e como vamos fazer... Porque vale a pena SerCascais!

 

 

publicado por MovimentoSerCascais às 10:03
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Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013

Só Falta 1 Mês para SerCascais!

 

publicado por MovimentoSerCascais às 10:56
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Terça-feira, 27 de Agosto de 2013

Falácias Enganadoras na Proposta de PDM da Coligação PSD/CDS-PP

 

 

 

No seu afã de atacar de forma inaceitável todos aqueles que com ele discordam, o actual presidente da CMC veio a público vangloriar-se da proposta de PDM que apresentou a público recentemente, apregoando que os restantes candidatos não têm capacidade para se pronunciarem sobre a mesma!

 

Não sendo este o meio ideal para o fazer, pois a complexidade técnica associada a este documento e, sobretudo, a sua importância para a vida de Cascais e dos Cascalenses, são incompatíveis com análises lineares e feitas “pela rama”, o certo é que não podemos deixar de chamar desde já a v/ atenção para o facto de a dita proposta conter elementos que nos permitem perceber que foi feita de forma desastrada, sem qualquer espécie de ligação à realidade que actualmente se vive em Cascais e, mais preocupantemente ainda, com tendências que comprometem de forma assustadora a possibilidade de a NOSSA TERRA usufruir do desenvolvimento que merece e que é essencial para garantir a qualidade de vida de TODOS os Cascalenses.

 

Para além de todos os problemas que de forma detalhada trataremos nas instâncias e na ocasião própria, não podemos deixar de chamar a atenção para a inaceitável proposta contida no capítulo dedicado ao turismo. Porque dele depende a nossa vocação municipal e, dela, dependem por extensão todas as restantes áreas e dela resultarão implicações que terão repercussões efectivas ao longo de muitas gerações de Cascalenses.

 

 

 

 

E das duas uma: ou o actual executivo camarário desconhece em absoluto a realidade municipal, tendo produzido uma proposta de PDM totalmente inaceitável e que vai destruir o Concelho tal como hoje o conhecemos, o que é inaceitável; ou assume que colocou os interesses pessoais dos autores desta proposta à frente dos interesses legítimos de Cascais e dos Cascalenses, apresentando ideias e projectos que não sendo exequíveis, vêm ajudar a consolidá-los no poder e a diminuir a capacidade de os Cascalenses fazerem ouvir a sua voz, facto que a torna inadmissível!

 

Logo no início deste capítulo, a proposta contida no PDM da Coligação PSD/CDS remete para o PENT (Plano Estratégico para o Turismo) a responsabilidade pela orientação que preside a este documento. Mas, como facilmente se percebe, a especificidade do Concelho de Cascais e da Região de Turismo da Costa do Estoril, exigem uma abordagem diferenciada no seio da conjuntura turística nacional, não só porque têm uma expressividade muito contingente, como também porque têm uma história longa e profícua, assumindo-se como a mais antiga experiência turística de Portugal. Logo, apelar ao PENT para explicar o que se quer fazer na Costa do Estoril não é mais do que "sacudir a água do seu capote", enviando para outros as culpas por aquilo que não se sabe (ou não se quer) fazer!

 

O Estoril é, aliás, o melhor exemplo da competência que Portugal sempre teve para desenvolver soluções alternativas e que valorizem o território naciona. No Estoril, o crescimento e a afirmação assentaram na capacidade de gerar manancial crítico junto dos promotores privados que, em conjunto com a Autarquia, sempre foram capazes de fomentar a promoção internacional da região e, sobretudo, de transformar a região numa das principais referências enquanto destino turístico internacional. Ao não assumir este pressuposto, o actual executivo municipal está a utilizar esta proposta de PDM para, pura e simplesmente, reforçar o seu projecto de extinguir o Estoril e, consequentemente, para o dissolver no seio de uma pseudo-grande região de turismo de Lisboa que, conforme facilmente se percebe nas entrelinhas desta proposta, responde de forma cabal aos interesses imediatistas dos dois partidos que controlam o poder.

 

Por incrível que possa parecer, a proposta de revisão do PDM desta coligação PSD/CDS, fundamenta-se precisamente numa suposta vantagem de assumir o Estoril como parte integrante dessa mega-região, consolidando a sua vocação suburbana suplementar e desrespeitando as especificidades dos seus produtos próprios. Em áreas estratégicas como, por exemplo no MICE (Meetings, Incentives, Conventions & Exhibitions), esta proposta transforma-se numa cadinho inverosímil de apoio à falta de capacidade local em termos de produtos alternativos, pondo assim em causa as inúmeras potencialidades que empresas e operadores locais demonstraram ter para reinventar produtos e para os transformar em motivos acrescidos de interesse.

 

Reforçando a surpresa, a maioria PSD/CDS assume ainda que a estratégia desenvolvida pela Região de Turismo do Estoril, consolidada através do Centro de Congressos do Estoril, de recriar uma linha ambientalmente sustentável que se transformasse em marca forte de uma região turisticamente pujante, é a linha orientativa certa para reforçar os vínculos de qualidade do nosso Concelho. Mas, estando certíssima esta convicção, o certo é que os autores a quem o PSD e o CDS encomendaram esta proposta não deveriam saber que foi precisamente o actual executivo municipal que, contrariando a orientação que havia presidido à gestão do anterior presidente António Capucho, optou por extinguir o Estoril e por integrar a antiga “Turismo do Estoril EM” numa nova empresa denominada… Cascais Dinâmica!

 

E a proposta segue em frente utilizando falaciosamente um argumentário assente na falta de rigor, de verdade e de discernimento… utiliza no tempo futuro argumentos que se prendem com realidades às quais o actual executivo municipal se esforçou por transformar em passado, fazendo com que facilmente se perceba que quase todas as medidas nele constantes nada mais são do que meros arremessos de propaganda publicitária, adequados aos tempos eleitorais em que vivemos, mas totalmente desprovidas de qualquer possibilidade de se tornarem efectivas algures nos próximos tempos e de virem a consolidar a vocação turística municipal que todos defendemos. 

 

A falácia associada a esta proposta, transversal em todos os capítulos, é por demais preocupante na área do turismo. Quando caracteriza a região, amalgamando o Parque Natural de Sintra-Cascais, a Orla Costeira e os núcleos urbanos consolidados com uma componente histórica, o autor desta proposta procura definir fronteiras artificiais que condicionem uma gestão global do território Cascalense.

 

E o único adjectivo possível para caracterizar esse caminho é dizer, de forma sublinhada, que é uma inaceitável patetice que só se percebe no âmbito de uma qualquer estratégia de tomada do poder. Dividir Cascais e pensar que dessa forma se torna viável recondicionar a oferta turística no seio da grande região de Lisboa, dissolvendo as mais-valias únicas da Costa do Estoril em pretensos eixos estratégicos recriados a partir precisamente da falta de unidade na oferta recondicionada que resulta desta orientação, é subverter a realidade municipal, não percebendo que a prolixidade desta opção embate de imediato na globalidade muito heterogénea do nosso território, da nossa História e das nossas gentes que, de forma natural, mostra de imediato o carácter efémero de qualquer opção deste género.

 

 

 

 

O Plano Estratégico que defendemos para Cascais, assente numa gestão integrada do todo municipal, pressupõe o assumir de todas as realidades que co-existem no território concelhio cascalense, recondicionando-as num projecto mais vasto que seja capaz de rentabilizar ao máximo todas as potencialidades que ainda temos. Ao defender o inverso, a coligação PSD/CDS está a assumir que caminha em direcção à suburbanidade de Cascais, misturando conceitos e privilegiando medidas que colocam a nossa terra à mercê de interesses diversos.

 

Mas por incrível que pareça, ao defender este caminho que é contrário aos interesses  de Cascais, a coligação partidária que assina este documento ainda vai mais longe, argumentando que a “Turismo Estoril” apresenta uma estratégia de promoção da Costa do Estoril apoiada numa selecção de produtos de excelência, explicando que a requalificação urbana, ambiental e paisagística que é assumida como uma das componentes fundamentais do produto turístico é, simultaneamente, uma das grandes apostas deste PDM! Mas como poderia ser assim se foi precisamente este executivo, estes partidos e este presidente quem extinguiu a dita empresa e travou toda a estratégia que agora se diz que é a correcta?!...

 

E a coligação PSD/CDS continua, nesta sua proposta, por elencar sem qualquer espécie de pejo quais são as escolhas que fazem deste o caminho certo: “A estratégia definida pela “Turismo Estoril”, espelha um novo passo, no sentido de oferecer um Destino de Excelência, atentos quer ao cenário actual em que o sector convive, bem como à consciência da existência de um novo paradigma em termos de procura turística, assumindo-se uma verticalização em termos de actuação, por um lado, e atendendo ao peso crescente que os produtos em desenvolvimento assumem na oferta turística do Destino”. Das duas uma: ou estão a brincar com os Cascalenses, porque quem assina esta proposta fez exactamente o contrário do que agora defende; ou são completamente incompetentes, por terem dado forma a uma estratégia que agora criticam e condenam e... simultaneamente seguem!

 

O discurso segue fluido através de toda a proposta… da “Estoril & Sintra Convention Bureau” até ao Green Awards alcançados pelo Centro de Congressos do Estoril seguindo uma dinâmica que este presidente da CMC extinguiu, a coligação PSD/CDS transporta-nos através de lugares-comuns e frases-feitas, sem que dali resulte qualquer espécie de orientação plausível que deveria estar contida neste PDM. Ler esta proposta de PDM é, aliás, o mesmo que ler a proposta de PDM de Freixo-de-Espada-à-Cinta, Lagos ou Santarém, de tal maneira são genéricas as ideias que contém.

 

Em suma é, no mínimo, despropositada, inexequível, descontextualizada, infundamentada e profundamente tendenciosa esta proposta turística contida no PDM. Poderíamos qualifica-la como hilariante, dadas as contradições evidentes entre aquilo que fez, tem feito e faz a actual maioria que governa a Câmara Municipal de Cascais e aquilo que agora diz que quer fazer. Mas, infelizmente, este é o documento estrategicamente mais importante para a definição do futuro do nosso Concelho e dele depende a forma como Cascais viverá pelo menos ao longo dos próximos dez anos!

 

Não podemos, por isso, ficar calados perante o que aqui encontramos, e apelamos aos profissionais de turismo da nossa região, aos nossos empresários e a todos os cidadãos que leiam criticamente as linhas e as entrelinhas deste inaceitável documento.

 

Porque o Movimento SerCascais defende uma gestão pautada pelo rigor, pela transparência e pela verdade e, sobretudo, porque só de maneira informada podemos reforçar a nossa consciência municipal, a Identidade da Nossa Terra e reafirmar a Costa do Estoril como o destino turístico de excepção que nunca deveria ter deixado de ser. 

 

Porque vale a pena SerCascais. Porque não vamos deixar que matem o Estoril, conforme lhes interessa!

publicado por MovimentoSerCascais às 18:02
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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2013

Hino Oficial do Movimento SerCascais!

 

 

Voz: Deolinda Bernardo

publicado por MovimentoSerCascais às 16:32
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Domingo, 25 de Agosto de 2013

SerCascais - O Nosso Mar e a Nossa Terra!




SerCascais é Alma, Sangue e Vida. Caminhos novos de um mar inesquecível, cruzados através de memórias que se perpectuam no tempo! Porque se aproximam os tempos da mudança... Isabel Magalhães, líder do Movimento SerCascais e candidata independente à presidência da Câmara Municipal de Cascais, esteve com os seus apoiantes a bordo do Leão Holandês para partilhar as ideias e os projectos que vão dar forma ao futuro da NOSSA TERRA! Porque vale a pena SerCascais!




publicado por MovimentoSerCascais às 22:39
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Águas Novas em Cascais - com Isabel Magalhães!

 

 


O Movimento SerCascais, liderado por Isabel Magalhães, esteve no "Leão Holandês" para tratar do futuro de Cascais. Com tempos novos no horizonte e a certeza de que a NOSSA TERRA precisa de ter o mar como pilar estrutural do seu futuro, a candidata independente sublinhou a sua convicção de que Cascais reassumirá o caminho que lhe permitirá reassumir a qualidade de vida de outros tempos. Porque vale a pena SerCascais!

publicado por MovimentoSerCascais às 22:37
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SerCascais - Movimento Independente!

 

publicado por MovimentoSerCascais às 22:35
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SerCascais na Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes em Cascais

 

 

 

A ligação de Cascais ao mar, provavelmente tão antiga quanto a existência de vida humana neste território, tem o seu ponto mais alto na procissão anual dedicada a Nossa Senhora dos Navegantes.

 

Cumprindo a ancestral devoção dos pescadores de Cascais à sua padroeira, a procissão inicia-se na Vila e tem o seu momento mais significante quando os andores embarcam para um passeio marítimo engalanado com as cores garridas que os homens do mar utilizam para decorar os seus barcos.

 

A meio percurso, quando a imagem da Senhora dos Navegante chega à Guia, é lançada a bênção ao mar, aos pescadores e ao povo de Cascais. Esta tradição, imensamente significante para as gentes de Cascais, tem as suas raízes provavelmente no Século XV, quando a devoção a São Pedro Gonçalves é progressivamente substituída pela da Senhora dos Navegantes.

 

Depois de muitos anos de concretização, foi a procissão interrompida em 1834, quando o liberalismo ditou o fim das Ordens religiosas, tendo sido retomada em Agosto de 1942 para comemorar a reconstrução dos torreões da Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, no casco velho da Vila de Cascais, que tinham sido destruídos pelo terramoto de 1755.

 

Este ano, uma vez mais, a procissão saiu à rua acompanhada pelo Padre Nuno Coelho – Prior da Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, por milhares de pessoas e também pelo Movimento SerCascais e pela sua líder Isabel Magalhães, cumprindo assim um ritual antigo que faz parte da Identidade Municipal.

 

Praticamente 650 anos depois de ter visto reconhecida a sua autonomia municipal, e de ter o seu foral vincadamente marcado pela necessidade de dotar os homens do mar com as condições necessárias ao cumprimento da sua tarefa essencial, Cascais reconhece de forma sentida a sua ligação perene ao mar, aos rituais que marcaram a vida dos seus avós e à devoção que deu força e alento à povoação para se impor no contexto Nacional.

publicado por MovimentoSerCascais às 17:17
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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013

O Terror das Sondagens!

 

 

Valendo o que vale, numa altura em que a campanha eleitoral ainda está a começar, o Jornal Expresso publicou ontem a primeira sondagem autárquica para o Concelho de Cascais.

 

Os resultados, sendo os esperados por todos, trazem no entanto um elemento verdadeiramente surpreendente que criou um cenário de terror no seio da coligação partidária do PSD/CDS: o Movimento Independente SerCascais, sem os meios, as estruturas e o dinheiro que os partidos têm, estreia-se nestas lides com um óptimo 3º lugar e com uma percentagem de votos que augura um excelente resultado para Cascais.

 

Reagindo a estes resultados, o presidente da CMC veio a público e, em tom indignado, disse que não acreditava no resultado alcançado pelo SerCascais, deixando no ar torpes insinuações que têm como único objectivo confundir os Cascalenses.

 

Sabendo que  a candidatura do SerCascais é inabalável na defesa da verdade, da honestidade e do rigor, e que será intransigente na defesa dos interesses de Cascais e dos Cascalenses, a coligação PSD/CDS já percebeu que depois das próximas eleições, sejam quais forem os resultados das escolhas que se fizerem, passarão a ser responsabilizados pelas decisões que tomarem e terão de explicar rigorosamente tudo o que quiserem fazer com o NOSSO CONCELHO. Sabem que acabou o tempo da impunidade, da mentira, da falta de rigor e da política do foguetório e da festa…

 

Nos últimos dias, através de perfis falsos nas redes sociais, têm-se multiplicado as calúnias e as mentiras através da internet, mostrando bem que o desespero está a tomar conta de quem controla o poder.

 

É vil este exercício que põe em causa a democracia que defendemos para Cascais, mas temos a certeza de que não conseguirão enganar os Cascalenses.

 

O agradecimento reconhecido por este resultado fica para os muitos homens e mulheres livres, independentes e profundamente motivados para a defesa da NOSSA TERRA que nos têm acompanhado neste projecto. É vosso/nosso o mérito de devolver a VOZ A CASCAIS e de garantir um futuro com qualidade de vida para os nossos filhos e netos!

 

Veja AQUI a sondagem do Jornal Expresso. 

 

Porque vale a pena SerCascais!

publicado por MovimentoSerCascais às 11:06
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Eleições autárquicas 2013

O SerCascais - Movimento Independente, liderado por Isabel Magalhães, é um Grupo de Cidadãos Eleitores sem qualquer apoio partidário ou ligação política, candidato às eleições autárquicas de 2013 em Cascais.

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